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A vida em Confinamento: parte 3

Janeiro já está no fim.

Foi um mês de regressos. Regresso a casa e ao trabalho. Da neve e do frio.

O Nuno voltou á Polónia e eu voltei aos dos dias sozinha a inventar como passar o tempo. Regresso do confinamento por tempo indeterminado.

No entanto, ainda tenho alguns pontos da minha Quarentine bucketlist, que fiz para o primeiro Lockdown, por riscar.

Tenho a sorte de ter um trabalho que, como key worker, me obriga a sair de casa todos os dias. Por isso, por muito que  ás vezes preferisse ficar em casa, sei que estas saídas diárias, ver outras pessoas, falar com os meus pacientes, são o que mais me tem mantido sã.

Além disso, muito FaceTime, livros e séries, novas receitas, algum exercício fisico e flores frescas pela casa.

O fim do terceiro lockdown ainda está longe de estar à vista. Portanto, resta continuar a fazer a minha parte e esperar por dias melhores. Estamos todos cansados, sem dúvida, mas, como um dos meus pacientes me disse esta semana “we all gotta keep going”.

Se há coisa que aprendi com os Ingleses, especialmente as gerações mais velhas, é a aceitar o pior e acreditar que tudo acaba, eventualmente, por passar.

Bom resto de Domingo, mesmo que em confinamento!

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